terça-feira, 9 de abril de 2013

Enfim...


Pedalando entre
As correntes escuras
Eu encontro uma cópia fiel
Um rascunho
Do prazer em mim

Lírios pretos girando totalmente maduros
Um código secreto esculpido
Lírios pretos girando totalmente maduros

Ele oferece um aperto de mão
Entortados, cinco dedos
Eles formam um padrão
Ainda a ser descoberto

Na superfície, simplicidade 
Mas a cova mais escura em mim
É poesia pagã

Sinais de código morse
Eles pulsam e me fazem despertar
Da minha hibernação

Na superfície, simplicidade
Mas a cova mais escura em mim
É poesia pagã

Eu o amo

Desta vez
Eu vou manter isso para mim
Desta vez
Eu vou me manter toda para mim
E ele faz eu querer me ferir de novo




Nothing else to declare...

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